Alvarinho biológico ganha terreno em Monção e Melgaço
Mais de 20% da área de vinha em Monção e Melgaço já é cultivada em modo de produção biológica — um número que continua a crescer.
A venda de bebidas alcoólicas a menores é proibida em Portugal (Lei n.º 30/2019).
Notas de cata, regiões, castas e pequenas histórias que nos chegam a Coimbra. Para ler com um copo na mão.
Mais de 20% da área de vinha em Monção e Melgaço já é cultivada em modo de produção biológica — um número que continua a crescer.
Cachos pequenos, baixa produção, raízes profundas. A magia das vinhas com 50, 80 ou 100 anos não é mística — é fisiologia.
Vinhas plantadas em pleno areal, raízes a três metros de profundidade, cepas pré-filoxéricas. Colares é um dos terroirs mais improváveis do mundo.
Quando bem trabalhada, a Encruzado produz alguns dos brancos mais elegantes de Portugal — comparáveis em estilo a um grande Borgonha.
Doce, aromático e capaz de envelhecer décadas, o Moscatel de Setúbal é um dos clássicos absolutos da viticultura portuguesa.
Produzido apenas em anos excepcionais, o Pera-Manca tornou-se um dos vinhos mais cobiçados — e especulados — de Portugal.
Difícil, exigente e profundamente regional, a Baga é a casta-bandeira da Bairrada — e está a viver um momento de redescoberta.
Originária de Monção e Melgaço, a Alvarinho transformou a percepção do Vinho Verde e tornou-se um dos brancos portugueses mais procurados internacionalmente.
Garrafas abertas durante semanas, vinhos com mais de 200 anos ainda em forma. O Vinho da Madeira tem uma resistência única no mundo do vinho.